1. Introdução/Contextualização

  • Nas últimas duas décadas, a doença SARS emergiu como uma ameaça global à saúde pública:
    • SARS-CoV
    • MERS
    • SARS-CoV-2
  • Alta demanda de atendimento
  • Superlotação de unidades de saúde
  • Sobrecarga dos profissionais de saúde
  • As pessoas e as unidades de saúde não estão distribuídas no espaço uniformemente o que gera disparidades entre regiões e grupos populacionais (Wang, 2020)
  • Saber onde as pessoas estão e as facilidade de acesso a serviços essencial eles podem conseguir é o conceito central da Acessibilidade Geográfica

Problema de Pesquisa

Como as desigualdades espaciais, socioeconômicas e os efeitos de congestionamento aos serviços de saúde para SARS impactam o acesso geográfico a leitos de UTI com ventiladores em Teresina, PI?

Hipótese

  • Existe uma desigualdade significativa no acesso a estabelecimentos de saúde que possuem leitos de UTI com ventiladores em Teresina.
  • Grupos de baixa renda, pessoas negras e idosos enfrentam maiores dificuldades de acesso, principalmente nas regiões periféricas da cidade.

Justificativa

Necessidade urgente de informações detalhadas sobre como o congestionamento e a distribuição desigual dos recursos de saúde, como leitos de UTI com ventiladores, afetam o acesso de populações vulneráveis aos cuidados de saúde para SARS. Compreender esses desafios é crucial para o planejamento de políticas públicas que possam mitigar os efeitos de futuras epidemias ou pandemias em comunidades desfavorecidas e sobrecarregadas.

Objetivos

Objetivo Geral

Analisar acessibilidade geográfica aos serviços de saúde para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), em alta resolução espacial, em Teresina, Piauí.

Objetivos Específicos

  1. Desenvolver uma base de dados em alta resolução espacial que agregará dados socioeconômicos (idade, renda e raça/cor) e uma estimativa da contagem populacional;
  1. Estimar a população vulnerável que vive em áreas com acesso deficitário a serviços de saúde que poderiam fazer a triagem ou hospitalizar pacientes com SRAG.
  1. Estimar as desigualdades espaciais de rendimento e raciais no acesso a estabelecimentos de saúde que dispõe de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e ventiladores mecânicos, tendo em conta os efeitos de congestionamento.

2 Fundamentação Teórica

2.1 Definindo acessibilidade geográfica

2.2 Sistema Único de Saúde

  • Mundo:
    • Declaração de Alma-Ata (1978)
    • Declaração de Astana (2018)
    • Meta 3.8 dos ODS
  • Brasil:
    • SUS
      • Universalização
      • Regionalização

2.3 Acessibilidade geográfica aos serviços de saúde

Baseados em Área x Baseados em Distância

Tabela 1: Medir Acessibilidade Geográfica
Tipo Modelo Vantagens
Distância
  • Menor distância
  • Tempo de viagem
Simples e rápido
Área
  • Gravitacionais
    • Área de Captação
      Flutuante (FCA)
Considera distância/tempo, distribuição espacial, interação/atração, concorrência.

Modelos derivados do FCA

  • 2SFCA
  • 3SFCA
  • M2SFCA
  • i2SFCA
  • BFCA

Paez et.al.(2019)

consideram a variável congestionamente

Pereira et. al. (2021) empregou essa técnica para medir a acessibilidade geográfica à saúde durante a pandemia da COVID-19 nas 20 maiores cidades do Brasil.

3 Contribuição Científica

  • Contribuirá para o avanço do conhecimento sobre acessibilidade geográfica à saúde, oferecendo subsídios para elaboração ou avaliação de políticas públicas.
  • Fornecerá uma base sólida para estudos comparativos;

4. Metodologia

4.1 Delimitação e caracterização da área de estudo

Figura 01: Área de Estudo

Fonte: Elaborado pelo autor (2024)

4.2 Métodos e Técnicas

Variáveis

  • Demográfica
  • Unidades de Saúde
  • Acessibilidade geográfica

Abordagem

5. Resultados Esperados

6. Referências